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Fundamental cosmology in the E-ELT era

Carlos J. A. P. Martins
IA

Resumo
The observational evidence for the recent acceleration of the universe demonstrates that canonical theories of cosmology and particle physics are incomplete (and possibly incorrect) and that new physics is out there, waiting to be discovered. The most fundamental task for the next generation of astrophysical facilities is to search for, identify and ultimately characterize this new physics. I will highlight the E-ELT's key role in this quest. After a short overview of theoretical motivations for new physics, the discussion will focus on precision spectroscopy tests of fundamental physics and cosmology. I will summarize the current status of these tests, discuss a classification of physically motivated models, and present some forecasts of the improvements that the E-ELT will enable (comparing them to ESPRESSO when appropriate). Time permitting I will also briefly comment on synergies with ALMA and Euclid and the SKA.

15 julho 2016, 13:30

Centro de Astrofísica
Rua das Estrelas
4150-762 Porto

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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