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Asteroseismology: A New Keplerian Revolution

Donald W. Kurtz
Jeremiah Horrocks Institute, University of Central Lancashire

Resumo
In 1926 in the opening paragraph of his now-classic book, The Internal Constitution of the Stars, Sir Arthur Eddington lamented, “What appliance can pierce through the outer layers of a star and test the conditions within?” While he considered theory to be the proper answer to that question, there is now an observational answer: asteroseismology. We are in a time of a significant advance in our understanding of stellar astrophysics with data from the Kepler Mission. From its rich 4-year data set nearly 5000 exoplanet candidates have been discovered - the majority of all known. Kepler has also improved our ability to see pulsations and variability in stars by 100 to 1000 times compared with ground-based telescopes, allowing us to probe stars using asteroseismology. We are seeing as never before: heartbeat stars, novel eclipsing stars, spots, flares and magnetic cycles as in our own Sun. Astrophysics that used to be theoretical is now also observational: internal stellar rotation from core to surface; gravitational lensing in eclipsing binary stars; Doppler boosting; multiple pulsation axes; period doubling; tidal excitation in highly eccentric binary stars. Kepler data for solar-like stars are now comparable to data for the Sun seen as a star, giving us masses, radii and ages for hundreds of single stars, allowing determination of their orbiting planets’ sizes, and giving new constraints on stellar evolution theory. It is now even possible to see into the cores of red giants and observe which stars are hydrogen shell-burning and which also are helium-core burning. This talk will introduce the concepts of asteroseismology and show a selection of exciting observational results from the Kepler mission.

6 julho 2016, 13:30

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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