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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto
Testing the chemical tagging with old Open Clusters

Sergi Blanco-Cuaresma
Dept. Astronomia i Meteorologia ICCUB-IEEC, Barcelona

Resumo
De Silva et al. 2007 demonstrated the chemical homogeneity of two open clusters and one moving group together with the uniqueness of their abundance patterns. These findings open the possibility of using the technique of chemical tagging to identify common formation sites in the disk as proposed by Freeman & Bland-Hawthorn 2002.

In order to apply this technique to high resolution spectra we have developed our own spectral analysis code, which we have used for the analysis of old Open Clusters observed by NARVAL spectrograph (Bernard Lyot Telescope located at the Pic du Midi in the French Pyrenees). We present the astrophysical parameters (AP) and abundances determined for those clusters and we compare the performance of two of the most popular methods for abundance analysis: synthetic spectral fitting (SSF) and equivalent widths method (EW).

4 dezembro 2013, 13:30

Centro de Astrofísica
Rua das Estrelas
4150-762 Porto

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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