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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Properties of 42 solar-type Kepler targets from the asteroseismic modeling portal

T. S. Metcalfe, O. L. Creevey, G. Doǧan, S. Mathur, H. Xu, T. R. Bedding, W. J. Chaplin, J. Christensen-Dalsgaard, C. Karoff, R. Trampedach, O. Benomar, B. P. Brown, D. L. Buzasi, T. L. Campante, Z. Çelik, M. S. Cunha, G. R. Davies, S. Deheuvels, A. Derekas, M. P. Di Mauro, R. A. García, J. A. Guzik, R. Howe, K. B. MacGregor, A. Mazumdar, J. Montalbán, M. J. P. F. G. Monteiro, M. Gruberbauer, D. B. Guenther, Y. Lebreton, K. Molaverdikhani, D. Pricopi, R. Simoniello, T. R. White

Resumo
Recently the number of main-sequence and subgiant stars exhibiting solar-like oscillations that are resolved into individual mode frequencies has increased dramatically. While only a few such data sets were available for detailed modeling just a decade ago, the Kepler mission has produced suitable observations for hundreds of new targets. This rapid expansion in observational capacity has been accompanied by a shift in analysis and modeling strategies to yield uniform sets of derived stellar properties more quickly and easily. We use previously published asteroseismic and spectroscopic data sets to provide a uniform analysis of 42 solar-type Kepler targets from the Asteroseismic Modeling Portal (AMP). We find that fitting the individual frequencies typically doubles the precision of the asteroseismic radius, mass and age compared to grid-based modeling of the global oscillation properties, and improves the precision of the radius and mass by about a factor of three over empirical scaling relations. We use the stellar radii and masses to test an empirical scaling relation for the frequency of maximum oscillation power, we derive new age-rotation-activity relations from the updated age estimates, we compare the bulk compositions to the expectations of Galactic chemical enrichment, and we find qualitative agreement between the derived mixing-length values and a recent calibration from threedimensional (3D) convection simulations.

Palavras chave
methods: numerical—stars: evolution—stars: interiors—stars: oscillations

The Astrophysical Journal Supplement Series
Volume 214, Página 27_1
outubro 2014

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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