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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Asteroseismology and magnetic cycles

A. R. G. Santos, M. S. Cunha, J. J. G. Lima

Resumo
Small cyclic variations in the frequencies of acoustic modes are expected to be a common phenomenon in solar-like pulsators, as a result of stellar magnetic activity cycles. The frequency variations observed throughout the solar and stellar cycles contain information about structural changes that take place inside the stars as well as about variations in magnetic field structure and intensity. The task of inferring and disentangling that information is, however, not a trivial one. In the sun and solar-like pulsators, the direct effect of the magnetic field on the oscillations might be significantly important in regions of strong magnetic field (such as solar/stellar spots), where the Lorentz force can be comparable to the gas-pressure gradient. Our aim is to determine the sun-/starspot effect on the oscillation frequencies and attempt to understand if this effect contributes strongly to the frequency changes observed along the magnetic cycle. The total contribution of the spots to the frequency shifts results from a combination of direct and indirect effects of the magnetic field on the oscillations. In this first work we considered only the indirect effect associated with changes in the stratification within the starspot. Based on the solution of the wave equation and the variational principal we estimated the impact of these stratification changes on the oscillation frequencies of global modes in the sun and found that the induced frequency shifts are about two orders of magnitude smaller than the frequency shifts observed over the solar cycle.

Palavras chave
stars: activity – stars: interiors – stars: magnetic fields – stars: oscillations – starspots – sunspots

Astronomische Nachrichten
Volume 333, Página 1032
dezembro 2012

>> ADS>> DOI

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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