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Models for Small-Scale Structure on Cosmic Strings: II. Scaling and its stability

J. P. P. Vieira, C. J. A. P. Martins, E. P. S. Shellard

Resumo
We make use of the formalism described in a previous paper [Martins {it et al.} Phys. Rev. D90 (2014) 043518] to address general features of wiggly cosmic string evolution. In particular, we highlight the important role played by poorly understood energy loss mechanisms and propose a simple ansatz which tackles this problem in the context of an extended velocity-dependent one-scale model. We find a general procedure to determine all the scaling solutions admitted by a specific string model and study their stability, enabling a detailed comparison with future numerical simulations. A simpler comparison with previous Goto-Nambu simulations supports earlier evidence that scaling is easier to achieve in the matter era than in the radiation era. In addition, we also find that the requirement that a scaling regime be stable seems to notably constrain the allowed range of energy loss parameters.

Physical Review D
Volume 94
novembro 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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