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Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

Semi-empirical AGN detection threshold in spectral synthesis studies of Lyman-continuum-leaking early-type galaxies

L. S. M. Cardoso, J. M. Gomes, P. Papaderos

Resumo
Various lines of evidence suggest that the cores of a large portion of early-type galaxies (ETGs) are virtually evacuated of warm ionised gas. This implies that the Lyman-continuum (LyC) radiation produced by an assumed active galactic nucleus (AGN) can escape from the nuclei of these systems without being locally reprocessed into nebular emission, which would prevent their reliable spectroscopic classification as Seyfert galaxies with standard diagnostic emission-line ratios. The spectral energy distribution (SED) of these ETGs would then lack nebular emission and be essentially composed of an old stellar component and the featureless power-law (PL) continuum from the AGN. A question that arises in this context is whether the AGN component can be detected with current spectral population synthesis in the optical, specifically, whether these techniques effectively place an AGN detection threshold in LyC-leaking galaxies. To quantitatively address this question, we took a combined approach that involves spectral fitting with Starlight of synthetic SEDs composed of stellar emission that characterises a 10 Gyr old ETG and an AGN power-law component that contributes a fraction 0 ≤ xAGN 〈 1 of the monochromatic luminosity at λ0 = 4020 Å. In addition to a set of fits for PL distributions Fν ∝ ν- α with the canonical α = 1.5, we used a base of multiple PLs with 0.5 ≤ α ≤ 2 for a grid of synthetic SEDs with a signal-to-noise ratio of 5-103. Our analysis indicates an effective AGN detection threshold at xAGN ≃ 0.26, which suggests that a considerable fraction of ETGs hosting significant accretion-powered nuclear activity may be missing in the AGN demographics.

Astronomy and Astrophysics
Volume 594
outubro 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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