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As Cores do Universo

D. M. B. Belece

Abstract. A Astronomia teve origem nas necessidades práticas do Homem. A sua base científica foi, e é ainda hoje, a observação, embora os métodos actualmente usados nada tenham em comum com as primeiras observações.
A evolução que se verificou nos métodos observacionais, foi consequência do progresso tecnológico e científico em diferentes áreas do Conhecimento, com destaque para a Física, a Química e a Matemática.
Importa salientar os estudos sobre a natureza da luz, suas propriedades e comportamento, pois esta constitui a fonte de informação fundamental sobre os corpos celestes. A construção de telescópios e detectores, com desempenhos superiores à visão humana, e o estabelecimento da análise espectral proporcionaram o alargamento do campo de investigação da Astronomia. Actualmente, são efectuadas observações em todas as regiões do espectro electromagnético, o que veio confirmar a relevância do trinómio luz-cor-informação.
No sentido de tornar acessíveis alguns fenómenos que ocorrem no Universo, reveste-se de especial importância a concretização de representações experimentais.
Na presente dissertação, organizada em seis capítulos, são abordados estes aspectos, inseridos na temática da cor, no contexto do Universo.

Mestrado em Ensino da Astronomia
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Orientador(es): M. T. V. T. Lago
2001

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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