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O Ciclo Solar

O. M. A.C. Rodrigues

Abstract. A observação do Sol é uma prática antiga embora só a partir da descoberta do telescópio se tenha iniciado o estudo da sua superfície e registado os primeiros desenhos com particular relevância para as manchas. Mais tarde verificou-se que as manchas possuíam um comportamento peculiar, não só na alteração do seu aspecto mas também no modo como se distribuíam no disco solar. Do seu movimento concluiu-se a rotação e a inclinação do eixo do Sol. A periodicidade do seu comportamento definiu o ciclo solar. A previsão com base nos registos acumulados durante séculos levou à necessidade de verificar as conclusões. A observação com a ajuda de instrumentos mais avançados e com telescópios de olhar diferente (em outros comprimentos de onda) encontrou fenómenos que poderão estar relacionados com as manchas.
Actualmente a tecnologia dispõe de meios para observar o Solde muito perto, de muitas formas e de modo contínuo. A nossa compreensão sobre o Sol e do mecanismo que conduz à formação das manchas ainda não está esclarecido, por isso continua a existir a necessidade de observar, registar, sistematizar e correlacionar os factos.
Este trabalho tem por base a recolha de dados observacionais e a sua análise posterior de modo a verificar algumas propriedades relacionadas com a rotação e actividade do Sol, ambas inferidas a partir do estudo das manchas solares.

Mestrado em Ensino da Astronomia
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Orientador(es): J. J. G. Lima
2001

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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