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Estrelas variáveis

S. M. O. Viana

Abstract. A observação do céu nocturno é uma prática que vem da Antiguidade. Desde então e durante muito tempo pensou-se que as estrelas mantinham o brilho constante. Assim foi até ao século XVI, quando David Fabricius observou uma estrela cujo brilho variava periodicamente. Dois séculos mais tarde Jonh Goodricke descobriu uma segunda estrela e com o desenvolvimento de instrumentos de observação este conjunto foi muito alargado e hoje inclui o Sol.
A variação do brilho das estrelas variáveis permite distinguir classes de estrelas variáveis, obter a distância da estrela à Terra ou conhecer melhor o seu interior.
A importância deste estudo, para além do conhecimento do Universo advém também do conhecimento da estrela de que depende a vida na Terra - o Sol. Por tal, estão em vigor projectos de observação permanente do Sol e mais projectos vão ser implementados para as outras estrelas.

Mestrado em Ensino da Astronomia
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Orientador(es): M. S. Cunha
2001

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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