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Modelos Físico-Matemáticos de Estruturas Estelares

F. M. F. Fernandes

Abstract. Cada processo físico que se pode descrever ou observar numa estrela depende de diversas quantidades físicas, tal como a temperatura, densidade, pressão, massa e luminosidade da estrela. Usando um conjunto de símbolos para representar o valor numérico de cada quantidade, combinando estes símbolos numa equação matemática, pode-se então obter um sistema que traduza as suas relações. A estas são também adicionadas outras quantidades como a opacidade, emissividade, composição química e características do gás. Estas equações chamadas equações de estrutura descrevem como variam a massa, pressão, temperatura e luminosidade desde o centro da estrela até à sua superfície.
A resolução desta "amálgama" de equações produz no resultado final um modelo matemático, ou seja, o nosso Modelo estelar. Para que se possa obter resultados, tem-se que utilizar máquinas que permitam efectuar os cálculos, com rapidez e com o máximo de exactidão possível. É pois neste papel que entram os computadores, pois estes como ferramenta de calculo, possibilitam efectuar integrações num numero enorme de pontos ao longo do raio e com grande rapidez. Efectivamente é graças aos computadores que se conseguiu nestes últimos 40 anos resultados impensáveis nos últimos séculos.
Por fim num ultimo estagio desta dissertação será curioso fazer uma ligação entre estes últimos avanços inovações da ciência e o ensino da Astronomia bem como da Matemática, permitindo desta forma redefinir os métodos de estudar e ensinar Astronomia e Matemática por exemplo.

Mestrado em Ensino da Astronomia
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Orientador(es): M. J. P. F. G. Monteiro
2002

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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