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A imagem no ensino da Astronomia - Exploração didática e pedagógica de imagens no ambito da Astronomia

M .L. F. Cabral

Abstract. Reduzindo a idade do Universo a um ano, podemos considerar que pelas vinte e três horas do dia 31 de Dezembro, seriam realizados os primeiros registos do céu. O homem desde sempre se impressionou e orientou pelos astros e efemérides e foi registando, sucessivamente, em pedra, osso, papiro, papel, emulsão fotográfica e, por fim, em pixels, os acontecimentos celestes que observava durante a sua efémera existência. Na Antiguidade, gravar a regularidade do movimento dos astros servia para que as gerações seguintes pudessem prever ou planificar o futuro.
Hoje, cada vez mais, o registo do céu conduz ao conhecimento do passado e, com o advento dos instrumentos de amplificação e detecção de todo o espectro da radiação, podemos mesmo vislumbrar a origem do nosso Universo e formular hipóteses para a sua evolução.
Neste contexto, trabalhar com a imagem tornou-se um processo que permite registar acontecimentos que o fluir do tempo impede o Homem de reter.
Até muito recentemente, "ver" o Universo, apenas era possível para os profissionais nos grandes telescópios. O desenvolvimento da tecnologia possibilitou a construção de pequenos telescópios, computadores pessoais e câmaras CCb, os quais permitem obter imagens de objectos celestes com relativa facilidade. Este recurso tornou-se, assim, uma forma privilegiada de "experimentar" Astronomia, pela exploração da imagem astronómica, no contexto multidisciplinar dos curricula dos Ensinos Básico e Secundário.

Mestrado em Ensino da Astronomia
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Orientador(es): J. J. G. Lima
2002

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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