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Reflected light from giant planets in habitable zones: Tapping into the power of the Cross-Correlation Function

J. H. C. Martins, N. C. Santos, P. Figueira, C. Melo

Resumo
The direct detection of reflected light from exoplanets is an excellent probe for the characterization of their atmospheres. The greatest challenge for this task is the low planet-to-star flux ratio, which even in the most favourable case is of the order of 10−4 in the optical. This ratio decreases even more for planets in their host habitable zone, typically lower than 10−7. To reach the signal-to-noise level required for such detections, we propose to unleash the power of the Cross Correlation Function in combination with the collecting power of next generation observing facilities. The technique we propose has already yielded positive results by detecting the reflected spectral signature of 51 Pegasi b (see Martins et al. 2015). In this work, we attempted to infer the number of hours required for the detection of several planets in their host habitable zone using the aforementioned technique from theoretical EELT observations. Our results show that for 5 of the selected planets it should be possible to directly recover their reflected spectral signature.

Origins of Life and Evolution of Biospheres
Volume 46, Página 487
dezembro 2016

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Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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