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The future of Extrasolar Planets: new instrumentation for new science

IF/01037/2013CP1191/CT0001

Investigador responsável
Pedro Figueira

This exploratory project is associated to investigador FCT grant of reference IF/01037/2013, entitled "The future of Extrasolar Planets: new instrumentation for new science".

The search for extrasolar planets is one of the fastest-growing fields in current-day astronomy. Spurred by the discovery of an ever-growing diversity of planets, scientists pushed the precision of their detection methods further and further. The two most used, radial velocity and transits, are now able to detect Earth-type planets, and changed the way we look at our own system in the process.

Through this project we propose to address the thematic of precise radial velocities, with emphasis on the knowledge and technology transfer from the visible domain to the near infra-red domain. I will focus on the development of reduction and analysis tools for spectroscopic data, and on the development of dedicated instrumentation for the detection of extrasolar planets. I will also consecrate some time to the analysis of large datasets of planet and host-star properties.

Instituição financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Início: 1 janeiro 2014
Fim: 31 dezembro 2018


Fundação para a Ciência e Tecnologia

Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é (IA) é uma nova, mas muito aguardada, estrutura de investigação com uma dimensão nacional. Ele concretiza uma visão ousada, mas realizável para o desenvolvimento da Astronomia, Astrofísica e Ciências Espaciais em Portugal, aproveitando ao máximo e realizando plenamente o potencial criado pela participação nacional na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO). O IA é o resultado da fusão entre as duas unidades de investigação mais proeminentes no campo em Portugal: o Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL). Atualmente, engloba mais de dois terços de todos os investigadores ativos em Ciências Espaciais em Portugal, e é responsável por uma fração ainda maior da produtividade nacional em revistas internacionais ISI na área de Ciências Espaciais. Esta é a área científica com maior fator de impacto relativo (1,65 vezes acima da média internacional) e o campo com o maior número médio de citações por artigo para Portugal.

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